Trilha da Pedra do Sino

Nascer do sol depois de subir a trilha da Pedra do Sino

Nascer do sol na trilha da Pedra do Sino, Parque Nacional da Serra dos Órgãos, lado Teresópolis

TRILHA DA PEDRA DO SINO

Saiba tudo sobre a Trilha da Pedra do Sino, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, Rio de Janeiro!

A trilha da Pedra do Sino, a montanha mais alta da Serra dos Órgãos, é muito procurada e sem dúvida uma das mais importantes no montanhismo nacional. É uma trilha “de respeito” mas que também é bastante acessível a todos. Aqui vão minhas dicas para você curtir bastante esse passeio:

Onde fica a Pedra do Sino?

A Pedra do Sino fica no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no lado Teresópolis. A Serra dos Órgãos fica no estado do Rio de Janeiro e faz parte da Serra do Mar.

Como chegar na Serra dos Órgãos?

Para quem vai do Rio de Janeiro, você precisar pegar a Linha Vermelha, depois a saída para Petrópolis/Teresópolis (BR-040) e depois a saída para Teresópolis (BR-116). Assim que terminar de subir a serra, quando chegar no mirante do Dedo de Deus, basta fazer o retorno à esquerda e seguir como quem vai para dentro de Teresópolis. A entrada do parque fica à esquerda depois de uns 5 minutos. É preciso passar dela, fazer o retorno e voltar, pois a entrada fica numa curva e é perigoso cortar a pista da esquerda (contra-mão). Link do GoogleMaps.

Onde começa a trilha da Pedra do Sino?

Chegando no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, do lado de Teresópolis, basta seguir até a Barragem, um ponto dentro do parque. É na Barragem que começa a trilha da Pedra do Sino. Estacionar na Barragem só é permitido para quem vai passar o dia. Se você for dormir, deve deixar o carro no hotel, uns 10 mins a pé antes da Barragem (podendo até ser multado se o carro pernoitar na Barragem).

Qual a distância da trilha da Pedra do Sino?

Da Barragem até o cume da Pedra do Sino são 12km. Ida e volta são 24km. Da Barragem até o Abrigo 4 (Abrigo do Sino) são aprox. 11km, mais aprox. 1km até o topo da montanha.

Qual a altitude da Pedra do Sino?

A Pedra do Sino tem 2275m de altitude. É a montanha mais alta da Serra dos Órgãos.

Qual o nível de dificuldade da trilha da Pedra do Sino?

A trilha da Pedra do Sino é considerada avançada, principalmente por ser bem longa (aprox. 4 horas até o Abrigo 4) e pelo fato das pessoas fazerem com bastante peso, em geral com mochilão para pernoitar ou até fazer a travessia. Um bom preparo físico é recomendado. No entanto, a trilha não apresenta grandes dificuldades. Tem vários pontos de água para encher as garrafas e a inclinação é sempre suave. Não há nenhum trecho onde precise usar as mãos e nenhuma subida muito íngreme. A trilha é bem aberta, uma “avenida” para os montanhistas.

Recomendações antes de começar a trilha da Pedra do Sino?

– Leve pouca água, no máximo 1 litro por pessoa, pois você vai poder encher a garrafa no caminho, assim você leva menos peso.

– No verão, tenha muito cuidado com tempestades, é a temporada mais perigosa, veja muito bem a previsão antes de ir! Na temporada de montanhismo, entre abril e setembro, é necessário agendar a trilha da Pedra do Sino e os pernoites com antecedência, é muito comum o abrigo ficar lotado e não haver mais vagas.

– Use calçado adequadro. Uma boa bota/tênis de trekking é fundamental. Se o calçado estiver novo, tente “amaciar” ele antes fazendo outras trilhas, senão vão surgir umas bolhas no pé com certeza.

– Se prepare para o frio do inverno! É muito frio mesmo e as temperaturas vão abaixo de zero. No inverno é normal vermos trechos da trilha com gelo, folhas e arbustos congelados. Leve um saco de dormir bem potente (recomendo -15º no extremo), luva, gorro, segunda pele, tudo que você tiver!

– Leve comidas desidratadas e não leve penelas/pratos nem utensílios de cozinha. Isso você pode usar os do abrigo, que também tem fogão. Isso se você tiver reservado o abrigo (beliche ou bivaque). Se você for acampar, precisa levar tudo :(

Precisa dormir no parque para fazer a trilha da Pedra do Sino?

É possível fazer a trilha da Pedra do Sino em um dia, começando cedo e descendo no final do dia. Não esqueça de deixar a mochila no Abrigo 4, assim você sobe o Sino mais leve. No entanto, não é recomendado. Eu particularmente acho muito cansativo, e você ainda perde os dois momentos mais belos, que são o nascer e o pôr do sol. Portanto, vale a pena dormir uma noite no Abrigo 4, o abrigo da Pedra do Sino.

Devo levar meus filhos para a trilha da Pedra do Sino?

Sempre vejo muitas crianças nesta trilha. No entanto, é importante estar preparado e as crianças devem ser “disposição”, senão vai ter reclamação na certa. Se seus filhos curtem uma aventura, esse é um passeio muito bom para fazer em família. Tente aliviar o peso das crianças para não ser cansativo demais para eles.

Como faço minha reserva para a trilha da Pedra do Sino?

Você precisa reservar com antecedência e pagar pelo cartão de crédito. Aqui vai o link do site oficial do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, onde você deve fazer sua reserva. É caro mesmo, não se assuste. Vale a pena pagar pelo banho quente, o frio é impossível! Aqui vai a ordem, do melhor para o pior: beliche -> bivaque -> camping. Tente sempre começar pelo beliche. É muito mais confortável dormir em uma cama e você não precisa nem levar isolante térmico, e no quarto do beliche são só 6 leitos, ou seja, 3 beliches. O bivaque é a segunda opção (precisa levar isolante térmico), e você pode dormir (ou tentar) em um quarto com 20 pessoas, algumas delas roncando bem alto. Por fim, sobra o camping, que é sempre minha última opção, já que prefiro subir a trilha mais leve, sem barraca nem utensílios de cozinha.

Dicas fotográficas para a trilha da Pedra do Sino:

– Vou começar com uma dica que eu nunca sigo, que é: leve pouco equipamento para subir leve! Eu acabo sempre subindo com 1 camera FX + 3 lentes 2.8, tripé, baterias e filtros. Se você for fotógrafo profissional, ignore esta dica :)

– Leve um tripé para fotos noturnas. Da última vez, dei a sorte (não sei se é assim o ano todo) de pegar a Via Láctea bem atrás do abrigo, por volta das 20h, antes da lua nascer. O resultado ficou bem bacana, com as barracas de camping na frente do abrigo e o céuzão estrelado ao fundo.

– Fotografe em RAW. O contraste de sombras e highlights é muito grande, com montanhas cheias de floresta (sombras) e nuvens claras (highlights). No arquivo RAW, se você acertar a fotometragem, dá para recuperar bastante informação.

– Atenção especial para o nascer do sol! Achei bem mais fotogênico que o pôr do sol. Vale a pena acordar bem cedo e subir a trilha ainda na penumbra, para pegar o espetáculo completo lá de cima. Fotos com os Três Picos ao fundo, com o contraste das pessoas contra as nuvens, funcionam muito bem. Um filtro gradual pode ajudar a não estourar tanto o céu.

– Fotografe tudo! Durante a trilha, há belas bromélias, cachoeiras e plantas características da região. Olho aberto para fazer uma documentação completa do seu passeio.

Espero que curta minhas dicas! Abaixo uma galeria com fotos da minha última subida na trilha da Pedra do Sino:

Fotos de Itatiaia, Serra da Mantiqueira, Rio de Janeiro

Trilha do Morro do Couto no planalto de Itatiaia

Fotos de Itatiaia, Fotografia Profissional no Parque Nacional de Itatiaia, Rio de Janeiro

FOTOS DE ITATIAIA

Fotos de Itatiaia na Serra da Mantiqueira, Rio de Janeiro

Entre as várias regiões de montanha que adoro, devo admitir que Itatiaia, na Serra da Mantiqueira, ocupa um dos primeiros lugares no meu coração. Fotos de Itatiaia se tornaram uma paixão desde a primeira vez que conheci o Parque Nacional. As possibilidades de fotos de Itatiaia são quase infinitas, já que o parque tem uma parte baixa, com Mata Atlântica verde exuberante, rios, cachoeiras e uma diversidade incrível de aves, e também uma parte alta, com trilhas de montanha, travessias e escaladas em rocha de todos os níveis. Perfeito para os amantes de aventura, fotografia, trekking, hiking e escalada!

Fotos de Itatiaia, Parte Baixa

Para quem vai do Rio de Janeiro para Itatiaia, a melhor forma de chegar é a Rod. Presidente Dutra (BR-116) saindo pela direita na altura do Graal Itatiaia. Da Zona Sul do Rio até a portaria da parte baixa leva em torno de 3 horas de carro. É possível ir e voltar no mesmo dia, mas existem vários hotéis dentro e fora do parque, o que pode tornar a viagem mais agradável. Em fotos de Itatiaia na parte baixa podemos explorar principalmente a Mata Atlântica e suas cachoeiras, assim como sua flora e fauna (insetos, aves, pequenos mamíferos etc) exuberantes. As principais atrações são o Mirante do Último Adeus, Cachoeira da Maromba, Cachoeira do Véu da Noiva, Cachoeira Itaporani, assim como o comedouro de aves do Hotel do Ypê, sempre com muita atividade. Aqui vale a pena levar uma lente longa (pelo menos 300mm), já que os passarinhos dão muito mole, e também um tripé, para garantir uma boa nitidez nas cachoeiras!

Fotos de Itatiaia, Parte Alta

Na parte alta, esteja preparado para pegar um pouco mais de estrada. Da Zona Sul do Rio de Janeiro até lá são bem umas 4:30 horas e a saída da Dutra é outra, uns 15 minutos mais para frente, depois do pedágio de Itatiaia. A subida da serra que leva pra Caxambu é demorada e cansativa, assim como a estradinha de terra em más condições que leva pro Posto Marcão (na entrada da parte alta). É a estrada mais alta do Brasil, fique atento aos belos mirantes que existem nela, especialmente bonitos no nascer e pôr do sol, em geral as horas que estamos entrando ou saindo do parque.

Ir e voltar no mesmo dia para fazer fotos de Itatiaia é muito cansativo, não recomendo. Neste caso, vale a pena ficar no Abrigo Rebouças (dentro da parte alta do parque, reservas com antecedência pela internet) ou em um hotel do lado de fora. No verão, chuvas são comuns no planalto e é muito importante ter cuidado com tempestades. A temporada principal de montanhismo em Itatiaia é mais no meio do ano, no período mais seco (Abril/Maio até Setembro/Outubro). O frio que faz lá em cima não é brincadeira, chegando a -10º C em condições extremas no inverno. Não é nada difícil encontrar gelo nas trilhas, nos carros e pequenos lagos congelados. Vá bem preparado, com sacos de dormir super quentes, luvas, segundas-peles, o aparato completo. Para fotógrafos, recomendo luvas finas para fotos de Itatiaia, para proteger um pouco do frio e não perder a sensibilidade com a câmera. Luvas especiais com “touch” na ponta dos dedos são ótimas para usar o celular ou câmeras com esta tecnologia.

As principais atrações da parte alta do Parque Nacional de Itatiaia são o Pico das Agulhas Negras (o mais alto do estado, com 2791m), o Pico das Prateleiras (2548m), a Pedra do Altar (2665m) e o Morro do Couto (2680m). As trilhas variam de nível moderado até avançado, e algumas precisam de equipamento de escalada e guia profissional. Há também várias outras trilhas e travessias que ainda quero explorar. É um local delicioso para fotógrafos, que mistura condições extremas de montanha, natureza espetacular e infinitas possibilidades de fotos de Itatiaia. Na galeria abaixo vai uma amostra do que já fiz por lá, espero que gostem!

Trilha do Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros, Goiás

TRILHA DO MIRANTE DA JANELA, CHAPADA DOS VEADEIROS, GOIÁS

Saiba todas as dicas da trilha do Mirante da Janela!

A trilha do Mirante da Janela, na Chapada dos Veadeiros, vem chamando bastante a atenção dos aventureiros, um desses fenômenos que bombam no Instagram. E não é à toa, o passeio e a foto de lá são realmente incríveis! Sou fotógrafo do Rio de Janeiro e finalmente tive a oportunidade de voltar à Chapada dos Veadeiros na semana passada, e é claro que a trilha do Mirante da Janela estava no meu roteiro desta vez. Como achei pouca informação sobre a trilha do Mirante da Janela na internet, vou postar detalhes aqui e espero ajudar outros viajantes. Vamos lá!

Onde começa a trilha do Mirante da Janela?

Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros, Goiás

Mapa da Trilha do Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros

A trilha do Mirante da Janela é bem fácil de encontrar. Provavelmente você vai estar de carro em São Jorge, então aqui vão as direções de acordo com o mapa acima: (1) Saia de São Jorge pela estradinha de terra em direção ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. (2) Pegue a esquerda nesta bifurcação. Se você errar e pegar a direita (eu errei), você chega rápido na entrada do parque e é só dar meia volta. (3) Aqui fica a antena de São Jorge, se você chegou aqui (eu cheguei), você errou e é só dar meia volta. (4) Preste atenção nestas bifurcações, basta você “seguir reto” quando estiver vindo do ponto 2 e logo você vai achar o estacionamento, marcado por uns troncos de árvore secos e pedras em formatos de cristais e mandalas. Quando você ver isso, estacione o carro, é aí que começa a trilha do Mirante da Janela. Siga na trilha que vai reto e para baixo. (5) Após andar uns 15 minutos, você chega na entrada da trilha do Mirante da Janela, marcada por uma casinha dentro de um vale com um riacho. Nela estava o simpático Graciliano, que nos ofereceu água e café e falou para não usarmos drogas pesadas. É cobrada uma taxa de R$ 10,00 por pessoa e ele explica tudo. Cuidado com a onça :) Siga a trilha. (6) Você vai começar a descer um pouco, até chegar na Cachoeira do Abismo, linda e com fundo dourado. Vale a pena parar e tomar um banho. Depois, siga das setas brancas nas pedras e continue descendo para o vale abaixo (lembre que depois você vai precisar subir isso, então leve bastante água, a Cachoeira do Abismo é o último ponto onde é fácil encher as garrafas). No vale abaixo a trilha é bem marcada, basta seguir, e lá na frente você vai subir a parede esquerda do vale para chegar no Mirante da Janela, Ponto (7). Marquei em branco no mapa a vista que você tem, fantástica, para os Saltos 80m e 120m do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, e todo o vale do Rio Preto.

Qual é o nível de dificuldade da trilha do Mirante da Janela?

Dizem que a trilha tem 8km no total, ou seja, 4km pra ir e 4km pra voltar. A trilha não é curta, mas para que está acostumado com travessias, está longe de ser longa. No geral ela é tranquila, ficando mais pesada apenas na descida do vale com a Cachoeira do Abismo, e na subida do Mirante da Janela (que você vai ter que fazer na volta também). Não são subidas nem descidas muito longas, então com um preparo razoável você tira de letra. Pessoas sem preparo podem achar a trilha avançada.

Precisa de guia na trilha do Mirante da Janela?

Seguindo direitinho essas instruções, não precisa. Eu fui com menos que isso e me virei. Se for um grupo grande com pouca experiência, vale a pena levar um guia local sim.

Dicas fotográficas importantes:

Antes de falar o óbvio, e como sou fotógrafo, aqui vão algumas coisas que curti clicar: fique atento aos jardins de cerrado com as “canelas-de-ema”, essas plantas bem características. Fotos de pessoas utilizando a trilha, subindo e descendo as escadas e curtindo um visual, também me agradam. Chegando lá no Mirante da Janela, você vai se surpreender com o visual. Fica fácil fazer uma foto boa. Acabei não indo tão cedo e cheguei no Mirante da Janela por volta de 12:30h, o que foi bom, já que é o sol da tarde que banha as cachoeiras de frente, ou seja, a luz da tarde é melhor que a luz da manhã para fotos no Mirante da Janela. E o mais importante, aquela super foto que provavelmente você já viu no Instagram, não é tãaaao fácil de achar. Estou falando da foto dentro daquele triângulo de pedras caídas, com as cachoeiras ao fundo. Vi algumas pessoas voltando na trilha sem terem encontrado, mas aqui vão as direções: quando você chegar no Mirante da Janela, na “pracinha central”, siga pela trilha da direita e continue explorando, sempre indo “para a frente”. Uma hora passa a não ficar tão óbvio. Esse lugar fica bem na beirada, então é importante continuar indo até encontrar. Boa sorte!

Vejam minhas fotos na galeria abaixo, da trilha do Mirante da Janela e Cachoeira do Abismo:

Rio de Janeiro Stock Photography

Besides going on specific jobs I also put a lot of effort into Rio de Janeiro stock photography. I’ve been working with two of Brazil’s biggest image banks for the last 10 years and published hundreds of photos in the most important and diverse medias of my country. My stock photography has also been published in National Geographic Traveler with a double page of a hang glider in Rio de Janeiro. Over the last 10 years, going all around my hometown, I’ve built a big image bank of Rio de Janeiro, with many different subjects available, but my focus always being on outdoor activities, landscape and nature photography.

Banco de Imagem do Rio de Janeiro

Além de trabalhos específicos, também me esforço para construir um banco de imagens do Rio de Janeiro. Venho trabalhando com duas das maiores agências de imagens do Brasil por 10 anos e já tenho publicadas centenas de fotos nos maiores e mais diversos meios do país. Fotos de meu banco de imagens já foram parar nas páginas da National Geographic Traveler, com uma página dupla de um voo de asa-delta. Nos últimos 10 anos, indo pra todos os cantos da minha cidade natal, construí um amplo acervo de fotos do Rio de Janeiro, com vários assuntos disponíveis, mas sempre com foco em fotografia de esportes radicais, atividades ao ar livre, paisagens e natureza.

Fotos da Mata Atlântica do Rio de Janeiro!

Atlantic Rainforest photography in Rio

Atlantic Rainforest professional photography in Rio de Janeiro, Brazil!

O estado do Rio de Janeiro, mesmo com todo o desmatamento e expansão urbana, ainda possui serras e unidades de conservação de Mata Atlântica bem preservadas. Em suas duas principais cadeias de montanha, a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira, temos várias APAs, parques estaduais e nacionais, além de reservas privadas. Os locais mais visitados na Serra do Mar são o Parque Nacional da Serra da Bocaina, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos e o Parque Estadual dos Três Picos, entre outras reservas de Mata Atlântica do Rio de Janeiro. No entanto as montanhas mais altas do estado estão na Serra da Mantiqueira, mais especificamente no Parque Nacional de Itatiaia, o primeiro Parque Nacional do Brasil, com campos de altitude na parte alta e Mata Atlântica de altitude na parte baixa. Em outras palavras, não faltam opções para fotografias da Mata Atlântica. Além das serras, também temos Mata Atlântica de litoral, principalmente na Costa Verde, ao sul do estado do Rio de Janeiro, onde estão Ilha Grande, Angra dos Reis, Paraty e muito mais! E pra quem não quer ir muito longe, a própria Serra da Carioca, onde se encontram as montanhas da Floresta da Tijuca, no coração da capital do Rio de Janeiro, oferece altos visuais e oportunidades de fotos da Mata Atlântica. A fauna também é riquíssima, com milhares de espécies de aves e outros animais. Até a onça-pintada (Panthera onca), felino raríssimo e ameaçado de extinção, pode ser encontrada na Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro. Neste post você pode ver algumas das minhas fotos, espero que goste!

Atlantic Rainforest Photography in Rio de Janeiro, Brazil!

Rio de Janeiro State, even with a lot of deforestation and urban expansion, still holds mountain ranges and conservation units with a lot of well-preserved Atlantic Rainforests. The two mountain ranges that cross the state are Serra do Mar and Serra da Mantiqueira, with many national parks and protected areas. In Serra do Mar, the most famous places are Serra da Bocaina National Park, Serra dos Órgãos National Park and Três Picos State Park. The highest mountains in the state of Rio are, however, in Serra da Mantiqueira, more specifically in Itatiaia National Park, the first to be created in Brazil, with altitude fields on the highlands and lush Atlantic Rainforest on the lower section. In other words, there are countless options for some good Atlantic Rainforest photography. Besides the mountains, there is a big portion of Atlantic Rainforest by the seashore, mostly in Costa Verde (Green Coast), south of Rio de Janeiro. In the Green Coast we can find amazing places such as Ilha Grande, Angra dos Reis, Paraty and a lot more! And if you don’t wanna go too far, there is also Serra da Carioca in the heart of Rio de Janeiro capital city, where the huge Tijuca Forest  National Park is located, the largest urban forest in the world. Here there are also some breathtaking Atlantic Rainforest photo opportunities. Fauna is also very rich in the Atlantic Rainforest, with thousands of birds and animal species. The very elusive and endangered Jaguar (Panthera onca) can be seen in some of our conservation units in the Atlantic Rainforests of Rio de Janeiro. In this post you can check some of my photos and I hope you like it!

Highline no Morro do Cantagalo, Rio de Janeiro!

Adventure sports photography in Rio

Amazing highline route in Morro do Cantagalo, Rio de Janeiro, Brazil!

O ano de 2015 começou com boas fotos! Foi com o maior prazer que recebi uma ligação do Alexandre Anshul, fera do slackline carioca, convidando para fotografar sua equipe Slackline Carioca no highline no Morro do Cantagalo, Rio de Janeiro, Brasil. Além dele, estavam lá Bruno da Rocha e Paulo Ritter, além do meu amigo e também fotógrafo, Marcelo Braga. A missão começou sábado bem cedo e por volta de 8h já estávamos no topo do Morro do Cantagalo armando o highline. Com tudo pronto, foi só alegria! Com uma grande angular, o visual da lagoa ao fundo é incrível e tem toda a cara do Rio de Janeiro. Com uma lente zoom, valorizamos o Morro Dois Irmãos ou o Cristo Redentor ao fundo. Como adoro fotografar esportes radicais e atividades ao ar livre, foi um prato cheio! O acesso ao local é fácil e dá pra fotografar de vários ângulos diferentes. Para não perder nenhum momento, levei duas câmeras, o que às vezes significa a diferença entre perder um momento decisivo ou não. Espero que gostem do resultado!

Slackline and highline in Rio de Janeiro, Brazil

The year of 2015 started with some nice shots! It was with great pleasure that I received a call from Alexandre Anshul, one of the best slackline athletes in Rio de Janeiro, inviting to shoot his crew Carioca Slackline in the highline on top of Morro do Cantagalo, Rio de Janeiro, Brazil. Bruno da Rocha and Paulo Ritter were there too, as well as my good friend and also a photographer, Marcelo Braga. The highline mission started early in the morning on a Saturday and by 8am we were on top of Cantagalo Mountain (between Ipanema and the Lagoon) setting up the highline. With everything set, it’s fun time! With a wide angle, the view with the lagoon on the back is amazing, a striking landmark of Rio de Janeiro. With a zoom lens, we highlight the big mountains on the back, such as Morro Dois Irmãos and Corcovado Mountain. Since I love shooting photos of extreme sports and outdoor activities, this was just perfect! Access to the mountain is easy and there are many different angles to explore. I didn’t want to loose a single shot so I took two cameras with me, which sometimes means the difference between capturing the right moment or not. Hope y’all enjoy!

Fotos de Ilha Grande, Rio de Janeiro, Brasil

Fotos de Ilha Grande, Rio de Janeiro

Fotografia profissional em Ilha Grande, Rio de Janeiro

A Ilha Grande é um paraíso no Estado do Rio de Janeiro, localizada na famosa Costa Verde, que vai do sul do Rio de Janeiro até o norte do litoral de São Paulo. Com um Parque Estadual em terra e parques marinhos no oceano, a ilha transborda florestas verdes de Mata Atlântica até suas praias e costões. Já estive várias vezes na Ilha Grande, mas sempre a passeio e nunca na “missão fotográfica”. Agora no começo de dezembro fui pela primeira vez com minha Nikon e o objetivo claro de produzir conteúdo e fotos de Ilha Grande, acompanhado do meu amigo e fotógrafo Marcelo Santos Braga. Meu “kit básico” para este tipo de viagem tem sido duas Nikons (uma para fotos e outra para timelapses) e uma GoPro (pela farra). Decidi que começaria com o básico, ou seja, aqueles pontos mais famosos, então nos hospedamos na Vila do Abraão e de lá partimos para nossas trilhas e passeios de barco. No primeiro dia fotografando em Ilha Grande fizemos a trilha para a Praia de Lopes Mendes, considerada por muitos guias de viagem e turismo como uma das praias mais bonitas do mundo. No caminho paramos na Praia Brava de Palmas, Praia de Palmas, Praia de Mangues, Praia do Pouso e Praia de Santo Antônio. Infelizmente no final da tarde, quando chegamos em Lopes Mendes, o tempo estava nublado. Tinha que voltar lá. No segundo dia fizemos um passeio de lancha para a Lagoa Azul, Lagoa Verde, Praia de Japariz, Saco do Céu, Praia do Amor e Praia da Camiranga. Rendeu boas fotos de Ilha Grande, não só dos atrativos naturais, mas também belos retratos dos locais, a maioria pescadores Caiçaras. Esse dia começou nublado, logo na Lagoa Azul, então também tinha que voltar lá. O terceiro dia foi de trilhas leves (mas muito calor), conhecendo a Praia de Abraãozinho, Praia da Júlia, Praia da Bica e Praia da Crena. Como tudo isso é perto da Vila do Abraão, voltamos na hora do almoço e passamos parte da tarde no píer filmando alguns timelapses. Rendeu o timelapse e vídeo de Ilha Grande acima, com 12 sequências no total. No final da tarde fizemos a trilha circular do Poção, Aqueduto de Lazareto, Ruínas de Lazareto e Praia Preta, que fica para a esquerda da Vila do Abraão. Passeio leve e gostoso, com boas chances de documentar aspectos característicos da Ilha Grande. No último dia, com só uma manhã sobrando, fechamos um táxi-boat privativo e fomos resolver os assuntos mal resolvidos, ou seja, Lagoa Azul e Lopes Mendes! A manhã estava do jeito que a gente queria, muito sol, céu azul e poucas nuvens. Foi lindo, para fechar com chave de ouro! Na próxima viagem de fotos de Ilha Grande quero subir novamente o Pico do Papagaio e fazer a trilha Abraão – Dois Rios – Caxadaço. Na verdade nem sei, é tanta coisa, não pretendo parar nunca de ir à Ilha Grande!

Ilha Grande Photos, Rio de Janeiro, Brazil

Ilha Grande is a paradise in the State of Rio de Janeiro, located in Costa Verde (Green Coast), from South Rio de Janeiro down to North São Paulo shore. With a state park on land and marine parks in the ocean, Ilha Grande’s lush green Atlantic Rainforests are present from up the mountains untill the beaches and rocky coasts, allover the place. I’ve been there many times but always just for fun, never on a photographical mission. Now in early December I went there for the first time with my Nikon DSLR camera and the clear goal of bringing good photo and video material out of Ilha Grande. My good friend and also photographer Marcelo Santos Braga joined me. My basic kit for this kind of trip is made of two Nikons, one for photos and the other for timelapses, and a GoPro (just for fun!). We decided to start taking photos of the most famous spots in Ilha Grande, so we stayed in Abraão Village for 3 nights and from there we hiked and took our boat tours. In 4 days, we were able to shoot nice photos of Praia do Abraão, Vila do Abraão, Praia do Abraãozinho, Praia da Júlia, Praia da Crena, Praia da Bica, Praia Brava de Palmas, Praia de Palmas, Praia de Mangues, Praia do Pouso, Praia de Lopes Mendes, Praia de Santo Antônio, Lagoa Azul, Lagoa Verde, Praia de Japariz, Praia do Amor, Saco do Céu, Praia da Camiranga, Aqueduto do Lazareto, Ruínas de Lazareto, Praia Preta, Poção and a lot more! Ilha Grande is a special place for the Carioca people and I never intend to stop going there. The atmosphere of fisherman locals and no cars at all, surrounded by green jungle and emerald waters is just out-of-the earth!

Fotos dos Lençóis Maranhenses, MA

Em agosto de 2014 tive a oportunidade de fazer fotos dos Lençóis Maranhenses. Como era minha primeira vez no Estado do Maranhão, já esperava que o local fosse maravilhoso, mas confesso que chegando naquelas dunas de areia fiquei surpreso com a beleza surreal e com as infinitas possibilidades fotográficas. O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses entrou para a minha lista de lugares mais espetaculares que já visitei na vida. Já fui na África, Caribe, Europa, vários países da América do Sul e também dezenas de unidades de conservação no Brasil, e sinceramente não consigo pensar em nenhum lugar mais bonito que o PARNA Lençóis Maranhenses. Em 5 dias e 4 noites tirei o máximo de fotos que consegui, dormindo 1 noite em Atins, 2 noites em Barreirinhas e 1 noite em Santo Amaro. Como eu já vinha de Jericoacoara, aproveitei para atravessar o Delta do Parnaíba e chegar em Caburé, de onde peguei uma canoa até Atins à noite. No dia seguinte em Atins tive tempo apenas de visitar a Lagoa Tropical e almoçar no Canto de Atins. Na mesma tarde, peguei um barco para subir o Rio Preguiça em direção a Barreirinhas, visitando o Farol Preguiças em Mandacaru no caminho. Com duas noites em Barreirinhas, fiz os dois passeios principais (Lagoa Bonita e Lagoa Azul) e também um incrível sobrevoo nos Lençóis Maranhenses, que rendeu lindas fotos aéreas. Acabei conseguindo apenas o horário das 10am para o sobrevoo nos Lençóis, mas recomendo tentar voar no começo da manhã ou final da tarde para uma luz mais interessante. Para fechar a trip com chave de ouro, parti para Santo Amaro saindo de Barreirinhas às 6am em direção à Sangue, uma mini vila no meio da estrada que vai até São Luís do Maranhão. Não foi nada fácil chegar em Santo Amaro do Maranhão, uma cidade escondida na areia que dá acesso ao lado Oeste do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Chegando em Sangue às 7am, descobri que a jardineira que vai para Santo Amaro já tinha saído às 6am, sendo a única forma de chegar em Santo Amaro. Conversando com o pessoal do bar, fiquei sabendo que às 10am iria passar a Toyota do Sedex para buscar encomendas em Sangue e levar de volta para Santo Amaro. Na conversa, consegui uma carona por módicos R$ 40,00 até o incrível paraíso que é Santo Amaro do Maranhão. O caminho é árduo mas na chegada você já sente o clima gostoso da cidade, atravessando o Rio Alegre e entrando nas poucas ruas de paralelepípedos, sendo a maioria de areia pura. Lá, visitei à tarde algumas lagoas e curti o pôr do sol na Lagoa das Andorinhas, uma das mais bonitas da região. No dia seguinte voltei para São Luís do Maranhão onde passei dois dias antes de voltar para casa, no Rio de Janeiro. Hoje, meses depois, não tenho a menor dúvida que os Lençóis Maranhenses é o lugar mais bonito que já visitei na vida. Parece outro planeta. Adoro as fotos clássicas com as lagoas, mas realmente viajei mesmo nas fotos mais “abstratas”, com as formas e cores das dunas, principalmente no pôr do sol. Para fotógrafos profissionais, fica a dica: leve muitos cartões de memória!

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA, Brasil

Amazing shapes and colors during the sunset in Lençóis Maranhenses National Park!

Brazil Professional Photography, Lençóis Maranhenses National Park

In August 2014 I had the opportunity of taking photos of Lençóis Maranhenses National Park, in Maranhão State, Northeast of Brazil. As it was my first time there, I knew I should expect something beautiful, but when I got my feet on those infinite sand dunes, I must confess I was completely surprised by the unique “out-of-earth” landscape full of amazing shapes and photographical opportunities. Lençóis Maranhenses National Park is now in my shortlist of the most spectacular places I’ve ever been.  I’ve been to Africa, the Caribbean, Europe, many countries in South America and tens of conservation units in Brazil, but I honestly can’t think of anything more beautiful than Lençóis Maranhenses. In 5 days and 4 nights I made the most that I could, spending 1 night in Atins, 2 nights in Barreirinhas and 1 night in Santo Amaro.  As I was coming from Jericoacoara, I crossed the Parnaíba River Delta and arrived in Lençóis Maranhenses through Caburé. There, I got a night canoe that took me to Atins. Next morning I visited Tropical Lagoon and Canto de Atins, where I had lunch. Early afternoon I got a boat up Preguiças River which stopped at Preguiças Lighthouse in Mandacaru, very nice place to visit. With two nights in Barreirinhas, I did the two most important tours (Lagoa Bonita and Lagoa Azul) and also this breathtaking flight over Lençóis Maranhenses National Park. I could only fly at 10am but I recommend earlier in the morning or later in the afternoon for a more special light. My last stop (but not least!) was in Santo Amaro do Maranhão, a tiny little village hidden in the sand which gives access to the West Side of the National Park. I left Barreirinhas at 6am and arrived in Sangue at 7am just to find out that I had missed the Toyota ride to Santo Amaro, which had left at 6am (why so damn early??). Talking to people on a bar I found out that a Toyota would come from Santo Amaro at 10am to collect mailboxes and take them back to Santo Amaro. It was my last chance! When he arrived I managed to take a ride for R$ 40,00 to the beautiful paradise of Santo Amaro. The way there is tough, shaking a lot on the backseats of a Toyota on invisible sand paths, know only by local people. Arriving there, you can immediately feel the relaxed and charming climate of the village, crossing Alegre River and rolling over very few paved roads, mostly all sand. In Santo Amaro I visited a few lagoons and the biggest and most amazing of all was Lagoa das Andorinhas, where I spent the sunset. Next day I went back to Maranhão capital city São Luís, where I spent two days before coming home to Rio de Janeiro. Today, past a few months, I am sure that Lençóis Maranhenses National Park is the most beautiful place I’ve been in all my life. It’s another planet, completely different from anything I had ever seen. I love the classic photos of pristine rainwater lagoons, but what really got my attention was the “abstract” photos of shapes and colors of the sand dunes, specially by the sunset light. For any professional photographer, here’s my tip: take hundreds of memory cards!

Highline na Pedra da Gávea, Rio de Janeiro!

Highline na Pedra da Gávea, Floresta da Tijuca

Sábado passado colei numa galera brabíssima do highline e tive o prazer de fotografá-los no cume da Pedra da Gávea, uma das montanhas mais insanas do Rio de Janeiro. O highline na Pedra da Gávea foi armado com uma fita de frente pra Zona Sul e outra pra Zona Oeste, garantindo fotos espetaculares pros dois lados! Além de muita concentração e coragem, a galera esbanja conhecimento de escalada e de técnicas de segurança. Pra apimentar a brincadeira, tinha uma frente fria de sudoeste entrando no final da tarde, com altos ventos e nuvens, exigindo ainda mais experiência dos atletas. Para quem não conhece o termo, o highline (também chamado de high-line ou high line) é uma vertente do slackline, quando praticado nas alturas. É muita disposição! Fica aqui uma salva de palmas pros atletas Gustavo Fontes, Matheus Barros, Alexandre Anshul e Gustavo Camargo. Obrigado pelo convite e contem comigo para documentar as próximas investidas!

Slackline and Highline in Rio de Janeiro, Pedra da Gávea, Tijuca Forest!

Last Saturday I had the chance of documenting some of Brazil’s top highline athletes on the summit of Pedra da Gávea, one of the most insane mountains in Tijuca Forest, Rio de Janeiro. The highline in Pedra da Gávea was set in two spots, one facing the South Zone and the other the West Zone, which allowed for amazing pics with different backgrounds! Besides a lot of focus and of course guts, these guys are natural climbers who know all about safety techniques. To spice things up, there was a windy and cloudy weather rolling in, demanding even more focus from the athletes. For those not familiar with the term highline (aka high line or high-line), it is an “evolution” of the slackline, when practiced in high places and mountains. Not for the faint of heart! Thanks again to Gustavo Fontes, Matheus Barros, Alexandre Anshul and Gustavo Camargo for showing me this amazing extreme sport! You can always count on me to document your next assignments!

Fotografia de Montanhismo no Rio de Janeiro, Itatiaia

O Parque Nacional do Itatiaia é um dos meus locais favoritos para fotografia de montanhismo no Rio de Janeiro, principalmente na parte alta. É onde estão as montanhas mais altas do Rio de Janeiro, em especial o Pico das Agulhas Negras, a mais alta do estado, com 2791m de altitude. No planalto de Itatiaia, as principais montanhas são o Pico das Agulhas Negras, as Prateleiras de Itatiaia e a Pedra do Altar. A maior parte das trilhas são acessíveis à maioria das pessoas, sem técnicas de escalada, basta um bom preparo físico. Além disso, as opções são infinitas, com vários outros picos, cachoeiras e travessias. Fotografia de montanhismo em Itatiaia não tem erro. Sempre que vou embora fica a sensação de que preciso voltar mais mil vezes!

Mountain Photography in Rio de Janeiro, Itatiaia National Park

Itatiaia National Park is one of my favorite spots for mountain photography, specially the highlands. It’s where the highest mountains in Rio de Janeiro are located, with Pico das Agulhas Negras being the highest one (9157ft high). In the highlands of Itatiaia National Park the most famous mountains are Pico das Agulhas Negras, Prateleiras de Itatiaia and Pedra do Altar. They are accessible to most people, with no climbing techniques required, just a good cardio and some hiking experience. besides, options are endless up there, with hundreds of climbing routes, peaks, waterfalls and long trekking trails. Mountaineering photography in Itatiaia is just great. Everytime I leave I get the feeling I must return a thousand times more!