As Melhores Trilhas da Floresta da Tijuca

AS MELHORES TRILHAS DA FLORESTA DA TIJUCA

Veja aqui dicas sobre as melhores trilhas da Floresta da Tijuca no Rio!

O Rio de Janeiro realmente é uma cidade maravilhosa, abençoado com altas montanhas, lagoas e praias. O Parque Nacional da Tijuca é a maior floresta urbana do mundo, onde podemos curtir lindos visuais, trilhas e atrações. Neste post vou dar minhas dicas das melhores trilhas da Floresta da Tijuca. Gosto muito de todas as 6 que estou recomendando, especialmente por serem uma seleção muito pequena perto de todas as possibilidades do parque. Mas tendo que enumerar as opções, confesso que foi um pouco por ordem de preferência sim, então vamos começar com a minha favorita, a Pedra da Gávea.

1) Pedra da Gávea

As melhores trilhas do Rio de Janeiro

Trilha da Pedra da Gávea, uma das melhores trilhas da Floresta da Tijuca

A trilha da Pedra da Gávea é uma das mais fortes do Rio de Janeiro, mas também uma das que traz mais recompensas. Diz-se que a Pedra da Gávea é a maior montanha de granito na beira do mar do mundo. Sendo ou não sendo, ainda é um baita monumento natural e uma das montanhas mais impressionantes do Rio de Janeiro.

A Pedra da Gávea tem 844 metros de altitude e fica “entre São Conrado e a Barra da Tijuca”, no Setor C do Parque Nacional da Tijuca, que também engloba a Pedra Bonita. A subida é bem íngreme e leva aprox. 2:30 horas. Recomenda-se um bom preparo físico e uma certa disposição para encarar a famosa Carrasqueira, um trecho de pedra perto do cume com uns 15-20m de extensão.

Se você tiver intimidade com a montanha, pode subir sem guia. Se não conhecer legal a trilha ou não se sentir confortável em alturas, é bom contratar alguém leve equipamento de segurança para a Carrasqueira. Recomendo a RioXtreme, operadora de turismo de aventura carioca. O visual do topo é alucinante demais. Tente começar cedo para evitar o calor e o “crowd” na Carrasqueira. A trilha da Pedra da Gávea começa no final da Estrada Sorimã, na Barra da Tijuca.

2) Bico do Papagaio

Conheça as trilhas da Floresta da Tijuca

Bico do Papagaio no Parque Nacional da Floresta da Tijuca

O Bico do Papagaio sem dúvida está entre as melhores trilhas da Floresta da Tijuca. Com 987 metros de altitude, é uma das montanhas mais bonitas da cidade. Olhando de longe não parece nada demais, mas quando se chega perto, aquele pequeno pico de pedra se transforma em um gigante monumento. A trilha é moderada e pode cansar quem não tiver preparo. Com um bom preparo, é tranquila e leva aprox. 1:30 horas até o topo.

A trilha do Bico do Papagaio começa no Bom Retiro, o ponto mais alto que se chega de carro no Parque Nacional da Tijuca. A entrada no parque é pelo setor A, atrás da Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista. A trilha é bem marcada e não precisa de guia. A primeira parte da caminhada é a mesma do Pico da Tijuca, mas após uns 20 mins bifurca e você deve seguir a placa para o Bico do Papagaio.

Quando chegar no cume, não deixe de explorar, para conseguir o visual da foto acima. Você precisa descer uma seção de pedra e depois passar agachado ou deitado por uma fenda para acessar o local onde cheguei. Vale a pena, esse é O visual!

3) Pedra Bonita + Rampa de Voo Livre

As melhores trilhas da Floresta da Tijuca

Trilha do Pico da Tijuca com visita à Rampa de Voo Livre, uma das melhores trilhas do Rio

A Pedra Bonita fica no mesmo setor da Floresta da Tijuca que a Pedra da Gávea, o Setor C. Pensando na relação esforço por visual, sem dúvida é uma das melhores trilhas da Floresta da Tijuca e do Rio de Janeiro! A trilha da Pedra Bonita é fácil e leva aprox. 30 mins até o topo. O visual é sensacional, de frente para a Pedra da Gávea e com vista para a Zona Sul, a floresta e a Barra da Tijuca. O cume tem 693 metros de altitude.

Separe um tempo extra neste passeio para curtir a rampa de voo livre, pertinho de onde você vai estacionar o carro. É a maior curtição ver as decolagens de asa delta e parapente. A subida é pela Estrada das Canoas, em São Conrado, mas você também pode chegar por cima, se já vier por alguma estrada da Floresta da Tijuca. A subida da trilha fica logo antes do estacionamento, marcada por uma cabine do parque nacional.

Se quiser fazer o passeio mais completo ainda, tem também a trilha da Agulinha da Gávea que começa do lado da escadaria que leva pra rampa de voo livre. É uma trilha curta e íngreme, de aprox. 15 minutos. O cume não é tão espaçoso nem confortável, mas vale o confere.

4) Pico da Tijuca + Tijuca Mirim

Parque Nacional da Floresta da Tijuca

Pico Tijuca-Mirim no caminho do Pico da Tijuca, Parque Nacional da Tijuca

O Pico da Tijuca é a montanha mais alta da Floresta da Tijuca, com 1021 metros de altitude. Só não é a mais alta da cidade do Rio de Janeiro por conta do Pico da Pedra Branca, na Zona Oeste, que tem 1024 metros. A trilha começa também no Bom Retiro, no Setor A do parque, assim como a do Bico do Papagaio. Na bifurcação, com 20 mins de trilha, basta seguir a placa para o Pico da Tijuca. Esta trilha é leve / moderada e leva aprox. 1 hora até o topo.

Já mais perto do cume, você vai ver uma placa para a esquerda dizendo “Pico Tijuca-Mirim”. Vale a pena o desvio, que leva uns 5 mins apenas. Dali, a vista é até melhor que a vista do Pico da Tijuca, mais aberta e de frente para a Zona Norte da cidade e várias montanhas da floresta. Depois basta voltar até a trilha principal e chegar no topo do Pico da Tijuca, passando pela clássica escadaria de pedra. Do cume da montanha mais alta da Floresta da Tijuca, o visual da imensidão da floresta é a principal recompensa, razões pelas quais o Pico da Tijuca está entre as melhores trilhas da Floresta da Tijuca.

5) Cristo Redentor + Parque Lage

Parque Nacional da Tijuca, Floresta da Tijuca

Mansão do Parque Lage

O Cristo Redentor é sem dúvida uma das imagens mais conhecidas do Brasil e da América Latina, então não podia ficar de fora das melhores trilhas da Floresta da Tijuca. A famosa estátua de 38m de altura fica no topo do Morro do Corcovado, a 710 metros de altitude, no setor B do Parque Nacional.

A trilha do Cristo Redentor começa no Parque Lage, na Rua Jardim Botânico. Lá dentro, basta perguntar aos vigias que você acha fácil o começo da trilha, marcado por uma guarita do PNT. A subida leva entre 1:30h e 2 horas, dependendo do seu preparo. O começo da trilha é mais leve e pegando a primeira bifurcação pra direita, você passa por algumas cachoeiras, vale a pena. Da metade em seguida a trilha fica bem mais íngreme. Antes de começar a trilha, ainda no Parque Lage, não deixe de visitar a bela mansão antiga (da foto).

Perto do cume, você vai cruzar o trilho do tremzinho do Corcovado. Basta atravessar o trilho que a trilha segue bem em frente, e você termina a caminhada pela estrada que as vans usam para acessar o monumento. Lá em cima, é preciso comprar entrada por aprox. 28 reais. Para não se enrolar nas bifurcações do começo da trilha, você também pode contratar a RioXtreme, com ótimos guias.

6) Cachoeiras do Horto

Parque Nacional da Floresta da Tijuca

As melhores trilhas da Floresta da Tijuca

Para não dizer que “só o cume interessa”, vamos fechar com as quase-secretas Cachoeiras do Horto, pouco conhecidas por turistas, mas bastante frequentadas pelos cariocas, muitas vezes como um pós-praia para adocicar a vida. As opções na Floresta da Tijuca são quase infinitas, mas as principais cachus do Horto podem ser conhecidas em duas trilhas diferentes. Ambas são acessadas pela Rua Pacheco Leão, no Jardim Botânico.

A primeira opção são as Cachoeiras do Quebra e do Chuveiro. A trilha começa à direita (pra quem sobe) na beira da Estrada da Vista Chinesa, onde já vemos a Cachu do Quebra. Subindo esta trilha, você conhece outras cachoeiras e depois sai de novo na estrada, em outra saída mais pra cima. Pode descer pela estrada de volta que você vai encontrar a Cachu do Quebra. A segunda cachoeira é uma das mais famosas e bonitas, a Cachoeira do Chuveiro.

Outra opção também no Horto são as cachoeiras do Solar da Imperatriz. Basta seguir a Rua Pacheco Leão até o final que você vai encontrar o Horto Florestal, ou Solar da Imperatriz. A trilha que começa ali tem várias bifurcações e leva à várias cachoeiras. Pode explorar, mas com bastante cuidado pra não se perder, é bastante comum encontrar pessoas perdidas por ali.

Abaixo uma galeria com fotos variadas dos picos recomendados. Espero que goste!

E para finalizar, como estou recomendando as melhores trilhas da Floresta da Tijuca, aqui vão algumas informações úteis sobre o Parque Nacional:

Horário de visitação: 8h às 17h (18h no horário de verão)

Telefones: (21) 2492-2252 / (21) 2492-2253

Site oficial: www.icmbio.gov.br/parnatijuca

Como em qualquer ambiente natural, seja consciente das suas ações. Não faça barulho, leve seu lixo de volta e respeite a natureza. E aproveite a Floresta da Tijuca, ela é nossa!

Trilha da Pedra do Sino

Nascer do sol depois de subir a trilha da Pedra do Sino

Nascer do sol na trilha da Pedra do Sino, Parque Nacional da Serra dos Órgãos, lado Teresópolis

TRILHA DA PEDRA DO SINO

Saiba tudo sobre a Trilha da Pedra do Sino, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, Rio de Janeiro!

A trilha da Pedra do Sino, a montanha mais alta da Serra dos Órgãos, é muito procurada e sem dúvida uma das mais importantes no montanhismo nacional. É uma trilha “de respeito” mas que também é bastante acessível a todos. Aqui vão minhas dicas para você curtir bastante esse passeio:

Onde fica a Pedra do Sino?

A Pedra do Sino fica no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no lado Teresópolis. A Serra dos Órgãos fica no estado do Rio de Janeiro e faz parte da Serra do Mar.

Como chegar na Serra dos Órgãos?

Para quem vai do Rio de Janeiro, você precisar pegar a Linha Vermelha, depois a saída para Petrópolis/Teresópolis (BR-040) e depois a saída para Teresópolis (BR-116). Assim que terminar de subir a serra, quando chegar no mirante do Dedo de Deus, basta fazer o retorno à esquerda e seguir como quem vai para dentro de Teresópolis. A entrada do parque fica à esquerda depois de uns 5 minutos. É preciso passar dela, fazer o retorno e voltar, pois a entrada fica numa curva e é perigoso cortar a pista da esquerda (contra-mão). Link do GoogleMaps.

Onde começa a trilha da Pedra do Sino?

Chegando no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, do lado de Teresópolis, basta seguir até a Barragem, um ponto dentro do parque. É na Barragem que começa a trilha da Pedra do Sino. Estacionar na Barragem só é permitido para quem vai passar o dia. Se você for dormir, deve deixar o carro no hotel, uns 10 mins a pé antes da Barragem (podendo até ser multado se o carro pernoitar na Barragem).

Qual a distância da trilha da Pedra do Sino?

Da Barragem até o cume da Pedra do Sino são 12km. Ida e volta são 24km. Da Barragem até o Abrigo 4 (Abrigo do Sino) são aprox. 11km, mais aprox. 1km até o topo da montanha.

Qual a altitude da Pedra do Sino?

A Pedra do Sino tem 2275m de altitude. É a montanha mais alta da Serra dos Órgãos.

Qual o nível de dificuldade da trilha da Pedra do Sino?

A trilha da Pedra do Sino é considerada avançada, principalmente por ser bem longa (aprox. 4 horas até o Abrigo 4) e pelo fato das pessoas fazerem com bastante peso, em geral com mochilão para pernoitar ou até fazer a travessia. Um bom preparo físico é recomendado. No entanto, a trilha não apresenta grandes dificuldades. Tem vários pontos de água para encher as garrafas e a inclinação é sempre suave. Não há nenhum trecho onde precise usar as mãos e nenhuma subida muito íngreme. A trilha é bem aberta, uma “avenida” para os montanhistas.

Recomendações antes de começar a trilha da Pedra do Sino?

– Leve pouca água, no máximo 1 litro por pessoa, pois você vai poder encher a garrafa no caminho, assim você leva menos peso.

– No verão, tenha muito cuidado com tempestades, é a temporada mais perigosa, veja muito bem a previsão antes de ir! Na temporada de montanhismo, entre abril e setembro, é necessário agendar a trilha da Pedra do Sino e os pernoites com antecedência, é muito comum o abrigo ficar lotado e não haver mais vagas.

– Use calçado adequadro. Uma boa bota/tênis de trekking é fundamental. Se o calçado estiver novo, tente “amaciar” ele antes fazendo outras trilhas, senão vão surgir umas bolhas no pé com certeza.

– Se prepare para o frio do inverno! É muito frio mesmo e as temperaturas vão abaixo de zero. No inverno é normal vermos trechos da trilha com gelo, folhas e arbustos congelados. Leve um saco de dormir bem potente (recomendo -15º no extremo), luva, gorro, segunda pele, tudo que você tiver!

– Leve comidas desidratadas e não leve penelas/pratos nem utensílios de cozinha. Isso você pode usar os do abrigo, que também tem fogão. Isso se você tiver reservado o abrigo (beliche ou bivaque). Se você for acampar, precisa levar tudo :(

Precisa dormir no parque para fazer a trilha da Pedra do Sino?

É possível fazer a trilha da Pedra do Sino em um dia, começando cedo e descendo no final do dia. Não esqueça de deixar a mochila no Abrigo 4, assim você sobe o Sino mais leve. No entanto, não é recomendado. Eu particularmente acho muito cansativo, e você ainda perde os dois momentos mais belos, que são o nascer e o pôr do sol. Portanto, vale a pena dormir uma noite no Abrigo 4, o abrigo da Pedra do Sino.

Devo levar meus filhos para a trilha da Pedra do Sino?

Sempre vejo muitas crianças nesta trilha. No entanto, é importante estar preparado e as crianças devem ser “disposição”, senão vai ter reclamação na certa. Se seus filhos curtem uma aventura, esse é um passeio muito bom para fazer em família. Tente aliviar o peso das crianças para não ser cansativo demais para eles.

Como faço minha reserva para a trilha da Pedra do Sino?

Você precisa reservar com antecedência e pagar pelo cartão de crédito. Aqui vai o link do site oficial do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, onde você deve fazer sua reserva. É caro mesmo, não se assuste. Vale a pena pagar pelo banho quente, o frio é impossível! Aqui vai a ordem, do melhor para o pior: beliche -> bivaque -> camping. Tente sempre começar pelo beliche. É muito mais confortável dormir em uma cama e você não precisa nem levar isolante térmico, e no quarto do beliche são só 6 leitos, ou seja, 3 beliches. O bivaque é a segunda opção (precisa levar isolante térmico), e você pode dormir (ou tentar) em um quarto com 20 pessoas, algumas delas roncando bem alto. Por fim, sobra o camping, que é sempre minha última opção, já que prefiro subir a trilha mais leve, sem barraca nem utensílios de cozinha.

Dicas fotográficas para a trilha da Pedra do Sino:

– Vou começar com uma dica que eu nunca sigo, que é: leve pouco equipamento para subir leve! Eu acabo sempre subindo com 1 camera FX + 3 lentes 2.8, tripé, baterias e filtros. Se você for fotógrafo profissional, ignore esta dica :)

– Leve um tripé para fotos noturnas. Da última vez, dei a sorte (não sei se é assim o ano todo) de pegar a Via Láctea bem atrás do abrigo, por volta das 20h, antes da lua nascer. O resultado ficou bem bacana, com as barracas de camping na frente do abrigo e o céuzão estrelado ao fundo.

– Fotografe em RAW. O contraste de sombras e highlights é muito grande, com montanhas cheias de floresta (sombras) e nuvens claras (highlights). No arquivo RAW, se você acertar a fotometragem, dá para recuperar bastante informação.

– Atenção especial para o nascer do sol! Achei bem mais fotogênico que o pôr do sol. Vale a pena acordar bem cedo e subir a trilha ainda na penumbra, para pegar o espetáculo completo lá de cima. Fotos com os Três Picos ao fundo, com o contraste das pessoas contra as nuvens, funcionam muito bem. Um filtro gradual pode ajudar a não estourar tanto o céu.

– Fotografe tudo! Durante a trilha, há belas bromélias, cachoeiras e plantas características da região. Olho aberto para fazer uma documentação completa do seu passeio.

Espero que curta minhas dicas! Abaixo uma galeria com fotos da minha última subida na trilha da Pedra do Sino:

Fotos de Itatiaia, Serra da Mantiqueira, Rio de Janeiro

Trilha do Morro do Couto no planalto de Itatiaia

Fotos de Itatiaia, Fotografia Profissional no Parque Nacional de Itatiaia, Rio de Janeiro

FOTOS DE ITATIAIA

Fotos de Itatiaia na Serra da Mantiqueira, Rio de Janeiro

Entre as várias regiões de montanha que adoro, devo admitir que Itatiaia, na Serra da Mantiqueira, ocupa um dos primeiros lugares no meu coração. Fotos de Itatiaia se tornaram uma paixão desde a primeira vez que conheci o Parque Nacional. As possibilidades de fotos de Itatiaia são quase infinitas, já que o parque tem uma parte baixa, com Mata Atlântica verde exuberante, rios, cachoeiras e uma diversidade incrível de aves, e também uma parte alta, com trilhas de montanha, travessias e escaladas em rocha de todos os níveis. Perfeito para os amantes de aventura, fotografia, trekking, hiking e escalada!

Fotos de Itatiaia, Parte Baixa

Para quem vai do Rio de Janeiro para Itatiaia, a melhor forma de chegar é a Rod. Presidente Dutra (BR-116) saindo pela direita na altura do Graal Itatiaia. Da Zona Sul do Rio até a portaria da parte baixa leva em torno de 3 horas de carro. É possível ir e voltar no mesmo dia, mas existem vários hotéis dentro e fora do parque, o que pode tornar a viagem mais agradável. Em fotos de Itatiaia na parte baixa podemos explorar principalmente a Mata Atlântica e suas cachoeiras, assim como sua flora e fauna (insetos, aves, pequenos mamíferos etc) exuberantes. As principais atrações são o Mirante do Último Adeus, Cachoeira da Maromba, Cachoeira do Véu da Noiva, Cachoeira Itaporani, assim como o comedouro de aves do Hotel do Ypê, sempre com muita atividade. Aqui vale a pena levar uma lente longa (pelo menos 300mm), já que os passarinhos dão muito mole, e também um tripé, para garantir uma boa nitidez nas cachoeiras!

Fotos de Itatiaia, Parte Alta

Na parte alta, esteja preparado para pegar um pouco mais de estrada. Da Zona Sul do Rio de Janeiro até lá são bem umas 4:30 horas e a saída da Dutra é outra, uns 15 minutos mais para frente, depois do pedágio de Itatiaia. A subida da serra que leva pra Caxambu é demorada e cansativa, assim como a estradinha de terra em más condições que leva pro Posto Marcão (na entrada da parte alta). É a estrada mais alta do Brasil, fique atento aos belos mirantes que existem nela, especialmente bonitos no nascer e pôr do sol, em geral as horas que estamos entrando ou saindo do parque.

Ir e voltar no mesmo dia para fazer fotos de Itatiaia é muito cansativo, não recomendo. Neste caso, vale a pena ficar no Abrigo Rebouças (dentro da parte alta do parque, reservas com antecedência pela internet) ou em um hotel do lado de fora. No verão, chuvas são comuns no planalto e é muito importante ter cuidado com tempestades. A temporada principal de montanhismo em Itatiaia é mais no meio do ano, no período mais seco (Abril/Maio até Setembro/Outubro). O frio que faz lá em cima não é brincadeira, chegando a -10º C em condições extremas no inverno. Não é nada difícil encontrar gelo nas trilhas, nos carros e pequenos lagos congelados. Vá bem preparado, com sacos de dormir super quentes, luvas, segundas-peles, o aparato completo. Para fotógrafos, recomendo luvas finas para fotos de Itatiaia, para proteger um pouco do frio e não perder a sensibilidade com a câmera. Luvas especiais com “touch” na ponta dos dedos são ótimas para usar o celular ou câmeras com esta tecnologia.

As principais atrações da parte alta do Parque Nacional de Itatiaia são o Pico das Agulhas Negras (o mais alto do estado, com 2791m), o Pico das Prateleiras (2548m), a Pedra do Altar (2665m) e o Morro do Couto (2680m). As trilhas variam de nível moderado até avançado, e algumas precisam de equipamento de escalada e guia profissional. Há também várias outras trilhas e travessias que ainda quero explorar. É um local delicioso para fotógrafos, que mistura condições extremas de montanha, natureza espetacular e infinitas possibilidades de fotos de Itatiaia. Na galeria abaixo vai uma amostra do que já fiz por lá, espero que gostem!

Trilha do Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros, Goiás

TRILHA DO MIRANTE DA JANELA, CHAPADA DOS VEADEIROS, GOIÁS

Saiba todas as dicas da trilha do Mirante da Janela!

A trilha do Mirante da Janela, na Chapada dos Veadeiros, vem chamando bastante a atenção dos aventureiros, um desses fenômenos que bombam no Instagram. E não é à toa, o passeio e a foto de lá são realmente incríveis! Sou fotógrafo do Rio de Janeiro e finalmente tive a oportunidade de voltar à Chapada dos Veadeiros na semana passada, e é claro que a trilha do Mirante da Janela estava no meu roteiro desta vez. Como achei pouca informação sobre a trilha do Mirante da Janela na internet, vou postar detalhes aqui e espero ajudar outros viajantes. Vamos lá!

Onde começa a trilha do Mirante da Janela?

Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros, Goiás

Mapa da Trilha do Mirante da Janela, Chapada dos Veadeiros

A trilha do Mirante da Janela é bem fácil de encontrar. Provavelmente você vai estar de carro em São Jorge, então aqui vão as direções de acordo com o mapa acima: (1) Saia de São Jorge pela estradinha de terra em direção ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. (2) Pegue a esquerda nesta bifurcação. Se você errar e pegar a direita (eu errei), você chega rápido na entrada do parque e é só dar meia volta. (3) Aqui fica a antena de São Jorge, se você chegou aqui (eu cheguei), você errou e é só dar meia volta. (4) Preste atenção nestas bifurcações, basta você “seguir reto” quando estiver vindo do ponto 2 e logo você vai achar o estacionamento, marcado por uns troncos de árvore secos e pedras em formatos de cristais e mandalas. Quando você ver isso, estacione o carro, é aí que começa a trilha do Mirante da Janela. Siga na trilha que vai reto e para baixo. (5) Após andar uns 15 minutos, você chega na entrada da trilha do Mirante da Janela, marcada por uma casinha dentro de um vale com um riacho. Nela estava o simpático Graciliano, que nos ofereceu água e café e falou para não usarmos drogas pesadas. É cobrada uma taxa de R$ 10,00 por pessoa e ele explica tudo. Cuidado com a onça :) Siga a trilha. (6) Você vai começar a descer um pouco, até chegar na Cachoeira do Abismo, linda e com fundo dourado. Vale a pena parar e tomar um banho. Depois, siga das setas brancas nas pedras e continue descendo para o vale abaixo (lembre que depois você vai precisar subir isso, então leve bastante água, a Cachoeira do Abismo é o último ponto onde é fácil encher as garrafas). No vale abaixo a trilha é bem marcada, basta seguir, e lá na frente você vai subir a parede esquerda do vale para chegar no Mirante da Janela, Ponto (7). Marquei em branco no mapa a vista que você tem, fantástica, para os Saltos 80m e 120m do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, e todo o vale do Rio Preto.

Qual é o nível de dificuldade da trilha do Mirante da Janela?

Dizem que a trilha tem 8km no total, ou seja, 4km pra ir e 4km pra voltar. A trilha não é curta, mas para que está acostumado com travessias, está longe de ser longa. No geral ela é tranquila, ficando mais pesada apenas na descida do vale com a Cachoeira do Abismo, e na subida do Mirante da Janela (que você vai ter que fazer na volta também). Não são subidas nem descidas muito longas, então com um preparo razoável você tira de letra. Pessoas sem preparo podem achar a trilha avançada.

Precisa de guia na trilha do Mirante da Janela?

Seguindo direitinho essas instruções, não precisa. Eu fui com menos que isso e me virei. Se for um grupo grande com pouca experiência, vale a pena levar um guia local sim.

Dicas fotográficas importantes:

Antes de falar o óbvio, e como sou fotógrafo, aqui vão algumas coisas que curti clicar: fique atento aos jardins de cerrado com as “canelas-de-ema”, essas plantas bem características. Fotos de pessoas utilizando a trilha, subindo e descendo as escadas e curtindo um visual, também me agradam. Chegando lá no Mirante da Janela, você vai se surpreender com o visual. Fica fácil fazer uma foto boa. Acabei não indo tão cedo e cheguei no Mirante da Janela por volta de 12:30h, o que foi bom, já que é o sol da tarde que banha as cachoeiras de frente, ou seja, a luz da tarde é melhor que a luz da manhã para fotos no Mirante da Janela. E o mais importante, aquela super foto que provavelmente você já viu no Instagram, não é tãaaao fácil de achar. Estou falando da foto dentro daquele triângulo de pedras caídas, com as cachoeiras ao fundo. Vi algumas pessoas voltando na trilha sem terem encontrado, mas aqui vão as direções: quando você chegar no Mirante da Janela, na “pracinha central”, siga pela trilha da direita e continue explorando, sempre indo “para a frente”. Uma hora passa a não ficar tão óbvio. Esse lugar fica bem na beirada, então é importante continuar indo até encontrar. Boa sorte!

Vejam minhas fotos na galeria abaixo, da trilha do Mirante da Janela e Cachoeira do Abismo:

Fotos de Esportes Radicais no Rio de Janeiro

Fotos de Esportes Radicais no Rio de Janeiro

Adventure sports photography in Rio

Rappel in Morro Dois Irmãos during the sunset, amazing view in Rio de Janeiro, Brazil!

Fotógrafo profissional de aventura e outdoors no Rio de Janeiro!

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Adventure and outdoors photography in Rio de Janeiro!

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Rio de Janeiro Birdwatching, Parque Nacional de Itatiaia

O Estado do Rio de Janeiro possui diversos parques e áreas de proteção, ideais para fotos de aves e birdwatching. O Parque Nacional de Itatiaia é um dos melhores locais para observação de aves no Rio de Janeiro, rico em Mata Atlântica e Campos de Altitude. No final de março deste ano levei minha turma de fotografia de natureza lá para uma aula prática, foi ótimo. Todas as fotos de aves na minha galeria abaixo foram feitas nos entornos do Hotel do Ypê, que coloca frutas em comedouros de manhã cedo, e assim atraem muitas aves. Embora não seja ideal para o fotógrafo de natureza clicar as aves nos comedouros, ao se aproximarem elas pousam em diversos lugares, criando muitas situações de fotos naturais. Os animais na galeria são, repectivamente: Araçaris-banana, Ferro-velho, Coleirinho, Beija-flor-rubi, Tecelão, Sebinho ou Cambacica, Beija-flor-de-fronte-violeta, Saíra-sete-cores, Tietinga, Tico-tico, beija-flores diversos e Sanhaçu-cinzento. As fotos foram feitas com Nikon D3X e lentes 70-200mm 2.8 e 400mm 2.8, além de teleconverter 2x. Espero que goste! Entre em contato para saber mais sobre fotografia de aves e Rio de Janeiro birdwatching!

Atlantic Rainforest Birdwatching in Brazil

The State of Rio de Janeiro has many parks and protected areas, perfect for bird photography and birdwatching. Itatiaia National Park is one of the best places for birdwatching in Rio de Janeiro, rich in Atlantic Rainforest and Altitude Fields. By late March this year I took my wildlife photography students there, it was a very productive day. All birds in my gallery below were photographed around Ype Hotel, which places fresh fruits on feeders every morning to attract the local fauna. Though it’s not ideal for a wildlife photographer to shoot birds on feeders, it creates a lot of action and allows for many natural photos all around. Birds below are (respectively): Saffron Toucanets, Chestnut-bellied Euphonia, Double-collared Seedeater, Brazilian Ruby, Golden-winged Cacique, Bananaquit, Violet-capped Woodnymph, Green-headed Tanager, Magpie Tanager, Rufous-collared Sparrow, different hummingbirds and Sayaca Tanager. My pics were shot on Nikon D3X with 70-200mm 2.8 and 400mm 2.8 lenses with a 2x teleconverter. Hope you like it! Contact me if you are interested in wildlife photography and birdwatching in Rio de Janeiro!

Fotos da Mata Atlântica do Rio de Janeiro!

Atlantic Rainforest photography in Rio

Atlantic Rainforest professional photography in Rio de Janeiro, Brazil!

O estado do Rio de Janeiro, mesmo com todo o desmatamento e expansão urbana, ainda possui serras e unidades de conservação de Mata Atlântica bem preservadas. Em suas duas principais cadeias de montanha, a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira, temos várias APAs, parques estaduais e nacionais, além de reservas privadas. Os locais mais visitados na Serra do Mar são o Parque Nacional da Serra da Bocaina, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos e o Parque Estadual dos Três Picos, entre outras reservas de Mata Atlântica do Rio de Janeiro. No entanto as montanhas mais altas do estado estão na Serra da Mantiqueira, mais especificamente no Parque Nacional de Itatiaia, o primeiro Parque Nacional do Brasil, com campos de altitude na parte alta e Mata Atlântica de altitude na parte baixa. Em outras palavras, não faltam opções para fotografias da Mata Atlântica. Além das serras, também temos Mata Atlântica de litoral, principalmente na Costa Verde, ao sul do estado do Rio de Janeiro, onde estão Ilha Grande, Angra dos Reis, Paraty e muito mais! E pra quem não quer ir muito longe, a própria Serra da Carioca, onde se encontram as montanhas da Floresta da Tijuca, no coração da capital do Rio de Janeiro, oferece altos visuais e oportunidades de fotos da Mata Atlântica. A fauna também é riquíssima, com milhares de espécies de aves e outros animais. Até a onça-pintada (Panthera onca), felino raríssimo e ameaçado de extinção, pode ser encontrada na Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro. Neste post você pode ver algumas das minhas fotos, espero que goste!

Atlantic Rainforest Photography in Rio de Janeiro, Brazil!

Rio de Janeiro State, even with a lot of deforestation and urban expansion, still holds mountain ranges and conservation units with a lot of well-preserved Atlantic Rainforests. The two mountain ranges that cross the state are Serra do Mar and Serra da Mantiqueira, with many national parks and protected areas. In Serra do Mar, the most famous places are Serra da Bocaina National Park, Serra dos Órgãos National Park and Três Picos State Park. The highest mountains in the state of Rio are, however, in Serra da Mantiqueira, more specifically in Itatiaia National Park, the first to be created in Brazil, with altitude fields on the highlands and lush Atlantic Rainforest on the lower section. In other words, there are countless options for some good Atlantic Rainforest photography. Besides the mountains, there is a big portion of Atlantic Rainforest by the seashore, mostly in Costa Verde (Green Coast), south of Rio de Janeiro. In the Green Coast we can find amazing places such as Ilha Grande, Angra dos Reis, Paraty and a lot more! And if you don’t wanna go too far, there is also Serra da Carioca in the heart of Rio de Janeiro capital city, where the huge Tijuca Forest  National Park is located, the largest urban forest in the world. Here there are also some breathtaking Atlantic Rainforest photo opportunities. Fauna is also very rich in the Atlantic Rainforest, with thousands of birds and animal species. The very elusive and endangered Jaguar (Panthera onca) can be seen in some of our conservation units in the Atlantic Rainforests of Rio de Janeiro. In this post you can check some of my photos and I hope you like it!

Fotografia de Natureza na Amazônia

A Amazônia é a maior área verde do planeta, abrigo para incontáveis espécies exóticas, muitas ainda desconhecidas pela ciência. Sua incrível biodiversidade promove um orgasmo fotográfico, onde você pode ter qualquer lente, olhar para qualquer lado, e tem uma foto para ser feita. O que não quer dizer que não seja importante algum planejamento. O primeiro passo é fácil: escolha a Reserva do Mamirauá! Lá o negócio é sério, a mais pura experiência de uma Amazônia intocada possível. Você vai precisar voar para Manaus e depois para Tefé, uma pequena cidade no coração da Amazônia que gira principalmente em torno da pesca e de treinamento militar, com o Batalhão de Selva do Exército. De Tefé, são mais duas horas de lancha voadeira rio acima até chegar no Lago Mamirauá, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá. Se você ver alguns botos ou tucuxis pulando no caminho para o Mamirauá, não se preocupe, é assim mesmo. É um lugar incrível para fotografia de natureza na Amazônia. O Lago Mamirauá e seus entornos protegidos formam uma unidade de conservação gigantesca criada em 1999, fruto do trabalho de Luiz Claudio Marigo, fotógrafo de natureza, e José Márcio Ayres, biólogo. Enfim, traga suas grande angulares, suas lentes zoom, seu tripé, na verdade traz tudo! Uma grande angular é importante para um pôr do sol com centenas de jacarés-açu dentro d’água, e uma lente zoom essencial para closes em aves e outros animais. Traga uma macro/micro também, dá pra surtar com os insetos insanos, sapos e rãs. Se você leva a sério a fotografia de natureza, recomendo PELO MENOS 4-5 dias no lodge flutuante do Mamirauá. Quanto mais, melhor, lá o show nunca acaba. Você vai fazer principalmente passeios de barco e caminhadas na floresta. Os mosquitos não são nossos amigos, então planeje as roupas com cuidado. Passar um tempo na Reserva do Mamirauá foi uma das experiências fotográficas mais incríveis da minha vida (senão a mais incrível), recomendo muito para todos os fotógrafos de natureza, profissionais ou amadores! Lá em baixo vai uma seleção de 12 fotos minhas que eu gosto.

Brazilian Amazon Wildlife Photography

The Amazon is the largest green area in the planet, home to countless exotic species, many still unknown to science. It’s unbelievable biodiversity promotes a photographical orgasm, in which you can have any lens, look anywhere and there’s a photo to be made. That doesn’t mean you won’t need to do some planning, but it’s not that hard. First step in planning is: pick Mamirauá Reserve! This is the real deal, a true unspoiled Amazon experience created to last forever. You will need to fly to Manaus (Amazonas State capital city) and then fly to Tefé, a small village deep in the heart of the Amazon based on fishing and jungle military training. From Tefé, it’s only a two hour speedboat ride to “Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá“, the best spot in the Amazon a wildlife photographer could ever wish for. The lake Mamirauá and it’s protected surroundings forms a huge conversation unit founded in May 1999, a result of the effort and passionate work of Luiz Claudio Marigo, a wildlife photographer, and José Márcio Ayres, a phD biologist. Anyway, back to photography, bring your wide lenses, bring your telezoom lenses too, tripods, in fact, bring all you have! I mean it. Having a wide angle is essential to shooting beautiful sunsets with hundreds of black caimans on the water, but zoom lenses are also important for details on birds and other animals. Bring your macro/micro too, you will go crazy with the insects and frogs. If you are serious about wildlife photography, my suggestion is you spend AT LEAST 4-5 days in Mamirauá floating eco-lodge. The more the better, the show never ends. You will do speedboat rides and forest walks mostly. Cloathing is important, so plan accordingly, the mosquitos are not our friends. Visiting Mamirauá was no doubt one of the most amazing photo experiences in my life (perhaps the most amazing), extremely recommended for every amateur or professional wildlife photographer who wants to see the real Amazon. Here is a sellection of 12 Mamirauá photos I shot:

Fotos dos Lençóis Maranhenses, MA

Em agosto de 2014 tive a oportunidade de fazer fotos dos Lençóis Maranhenses. Como era minha primeira vez no Estado do Maranhão, já esperava que o local fosse maravilhoso, mas confesso que chegando naquelas dunas de areia fiquei surpreso com a beleza surreal e com as infinitas possibilidades fotográficas. O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses entrou para a minha lista de lugares mais espetaculares que já visitei na vida. Já fui na África, Caribe, Europa, vários países da América do Sul e também dezenas de unidades de conservação no Brasil, e sinceramente não consigo pensar em nenhum lugar mais bonito que o PARNA Lençóis Maranhenses. Em 5 dias e 4 noites tirei o máximo de fotos que consegui, dormindo 1 noite em Atins, 2 noites em Barreirinhas e 1 noite em Santo Amaro. Como eu já vinha de Jericoacoara, aproveitei para atravessar o Delta do Parnaíba e chegar em Caburé, de onde peguei uma canoa até Atins à noite. No dia seguinte em Atins tive tempo apenas de visitar a Lagoa Tropical e almoçar no Canto de Atins. Na mesma tarde, peguei um barco para subir o Rio Preguiça em direção a Barreirinhas, visitando o Farol Preguiças em Mandacaru no caminho. Com duas noites em Barreirinhas, fiz os dois passeios principais (Lagoa Bonita e Lagoa Azul) e também um incrível sobrevoo nos Lençóis Maranhenses, que rendeu lindas fotos aéreas. Acabei conseguindo apenas o horário das 10am para o sobrevoo nos Lençóis, mas recomendo tentar voar no começo da manhã ou final da tarde para uma luz mais interessante. Para fechar a trip com chave de ouro, parti para Santo Amaro saindo de Barreirinhas às 6am em direção à Sangue, uma mini vila no meio da estrada que vai até São Luís do Maranhão. Não foi nada fácil chegar em Santo Amaro do Maranhão, uma cidade escondida na areia que dá acesso ao lado Oeste do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Chegando em Sangue às 7am, descobri que a jardineira que vai para Santo Amaro já tinha saído às 6am, sendo a única forma de chegar em Santo Amaro. Conversando com o pessoal do bar, fiquei sabendo que às 10am iria passar a Toyota do Sedex para buscar encomendas em Sangue e levar de volta para Santo Amaro. Na conversa, consegui uma carona por módicos R$ 40,00 até o incrível paraíso que é Santo Amaro do Maranhão. O caminho é árduo mas na chegada você já sente o clima gostoso da cidade, atravessando o Rio Alegre e entrando nas poucas ruas de paralelepípedos, sendo a maioria de areia pura. Lá, visitei à tarde algumas lagoas e curti o pôr do sol na Lagoa das Andorinhas, uma das mais bonitas da região. No dia seguinte voltei para São Luís do Maranhão onde passei dois dias antes de voltar para casa, no Rio de Janeiro. Hoje, meses depois, não tenho a menor dúvida que os Lençóis Maranhenses é o lugar mais bonito que já visitei na vida. Parece outro planeta. Adoro as fotos clássicas com as lagoas, mas realmente viajei mesmo nas fotos mais “abstratas”, com as formas e cores das dunas, principalmente no pôr do sol. Para fotógrafos profissionais, fica a dica: leve muitos cartões de memória!

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA, Brasil

Amazing shapes and colors during the sunset in Lençóis Maranhenses National Park!

Brazil Professional Photography, Lençóis Maranhenses National Park

In August 2014 I had the opportunity of taking photos of Lençóis Maranhenses National Park, in Maranhão State, Northeast of Brazil. As it was my first time there, I knew I should expect something beautiful, but when I got my feet on those infinite sand dunes, I must confess I was completely surprised by the unique “out-of-earth” landscape full of amazing shapes and photographical opportunities. Lençóis Maranhenses National Park is now in my shortlist of the most spectacular places I’ve ever been.  I’ve been to Africa, the Caribbean, Europe, many countries in South America and tens of conservation units in Brazil, but I honestly can’t think of anything more beautiful than Lençóis Maranhenses. In 5 days and 4 nights I made the most that I could, spending 1 night in Atins, 2 nights in Barreirinhas and 1 night in Santo Amaro.  As I was coming from Jericoacoara, I crossed the Parnaíba River Delta and arrived in Lençóis Maranhenses through Caburé. There, I got a night canoe that took me to Atins. Next morning I visited Tropical Lagoon and Canto de Atins, where I had lunch. Early afternoon I got a boat up Preguiças River which stopped at Preguiças Lighthouse in Mandacaru, very nice place to visit. With two nights in Barreirinhas, I did the two most important tours (Lagoa Bonita and Lagoa Azul) and also this breathtaking flight over Lençóis Maranhenses National Park. I could only fly at 10am but I recommend earlier in the morning or later in the afternoon for a more special light. My last stop (but not least!) was in Santo Amaro do Maranhão, a tiny little village hidden in the sand which gives access to the West Side of the National Park. I left Barreirinhas at 6am and arrived in Sangue at 7am just to find out that I had missed the Toyota ride to Santo Amaro, which had left at 6am (why so damn early??). Talking to people on a bar I found out that a Toyota would come from Santo Amaro at 10am to collect mailboxes and take them back to Santo Amaro. It was my last chance! When he arrived I managed to take a ride for R$ 40,00 to the beautiful paradise of Santo Amaro. The way there is tough, shaking a lot on the backseats of a Toyota on invisible sand paths, know only by local people. Arriving there, you can immediately feel the relaxed and charming climate of the village, crossing Alegre River and rolling over very few paved roads, mostly all sand. In Santo Amaro I visited a few lagoons and the biggest and most amazing of all was Lagoa das Andorinhas, where I spent the sunset. Next day I went back to Maranhão capital city São Luís, where I spent two days before coming home to Rio de Janeiro. Today, past a few months, I am sure that Lençóis Maranhenses National Park is the most beautiful place I’ve been in all my life. It’s another planet, completely different from anything I had ever seen. I love the classic photos of pristine rainwater lagoons, but what really got my attention was the “abstract” photos of shapes and colors of the sand dunes, specially by the sunset light. For any professional photographer, here’s my tip: take hundreds of memory cards!

Highline na Pedra da Gávea, Rio de Janeiro!

Highline na Pedra da Gávea, Floresta da Tijuca

Sábado passado colei numa galera brabíssima do highline e tive o prazer de fotografá-los no cume da Pedra da Gávea, uma das montanhas mais insanas do Rio de Janeiro. O highline na Pedra da Gávea foi armado com uma fita de frente pra Zona Sul e outra pra Zona Oeste, garantindo fotos espetaculares pros dois lados! Além de muita concentração e coragem, a galera esbanja conhecimento de escalada e de técnicas de segurança. Pra apimentar a brincadeira, tinha uma frente fria de sudoeste entrando no final da tarde, com altos ventos e nuvens, exigindo ainda mais experiência dos atletas. Para quem não conhece o termo, o highline (também chamado de high-line ou high line) é uma vertente do slackline, quando praticado nas alturas. É muita disposição! Fica aqui uma salva de palmas pros atletas Gustavo Fontes, Matheus Barros, Alexandre Anshul e Gustavo Camargo. Obrigado pelo convite e contem comigo para documentar as próximas investidas!

Slackline and Highline in Rio de Janeiro, Pedra da Gávea, Tijuca Forest!

Last Saturday I had the chance of documenting some of Brazil’s top highline athletes on the summit of Pedra da Gávea, one of the most insane mountains in Tijuca Forest, Rio de Janeiro. The highline in Pedra da Gávea was set in two spots, one facing the South Zone and the other the West Zone, which allowed for amazing pics with different backgrounds! Besides a lot of focus and of course guts, these guys are natural climbers who know all about safety techniques. To spice things up, there was a windy and cloudy weather rolling in, demanding even more focus from the athletes. For those not familiar with the term highline (aka high line or high-line), it is an “evolution” of the slackline, when practiced in high places and mountains. Not for the faint of heart! Thanks again to Gustavo Fontes, Matheus Barros, Alexandre Anshul and Gustavo Camargo for showing me this amazing extreme sport! You can always count on me to document your next assignments!